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FENATA informa: Embrapa está com inscrições abertas para o curso de Produção Integrada de Oliveira

FENATA

 

Capacitação é destinada aos Técnicos Agrícolas e para obtenção da certificação de Responsável Técnico (RT) e Auditor é necessário comprovar formação em Técnico Agrícola com registro no CFTA. Inscrições abertas até 28/02/2023. 

Uma das culturas em expansão no Brasil, a olivicultura também é uma oportunidade em potencial de geração de emprego e renda no campo e na agroindústria. Por isso, a Federação Nacional dos Técnicos Agrícolas (FENATA) entende que a categoria deve se atualizar ainda mais sobre as tendências desse mercado, a fim de fortalecer sua atuação na produção de oliva e no processamento de azeite. Nesse sentido, a FENATA informa que a plataforma  e-Campo – vitrine de capacitações online da Embrapa está com inscrições abertas (até o dia 28 de fevereiro), para o curso de Produção Integrada de Oliveira.

A capacitação, com 40 horas de duração, é destinada a Técnicos Agrícolas (TAs), produtores, agrônomos e outros interessados na cultura da oliveira.

Para obtenção da certificação de Responsável Técnico (RT) e Auditor é necessário comprovar formação em Técnico Agrícola ou Agronomia com registro no respectivo Conselho de Classe. No caso dos TAs, registro no CFTA.  

Segundo a Embrapa, estudantes em fase de conclusão de curso também podem fazer o curso, mas o certificado como RT e Auditor será fornecido somente após a obtenção do registro profissional.

Para mais informações, clique em: https://www.embrapa.br/e-campo/producao-integrada-de-oliveira 

Ou pelo e-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

Objetivos da aprendizagem

Reconhecer o contexto da olivicultura no Brasil e sua importância.

Identificar os principais conceitos legais e procedimentos estabelecidos na legislação quanto ao sistema de produção integrada. 

Identificar as diferenças, em nível de campo, entre os conceitos de produção integrada para que a unidade obtenha a certificação oficial. 

Identificar e aplicar as boas práticas de elaboração e fabricação de azeites e azeitonas conserva para certificação oficial.

Compreender e aplicar aspectos de gestão da propriedade e/ou da planta industrial em atendimento às normativas vigentes da Produção Integrada de Oliveiras.

Adotar e aplicar as boas práticas agropecuárias preconizadas pela Produção Integrada (PI) para a cultura da oliveira para que se tornem Responsáveis Técnicos e Auditores em Produção Integrada de Oliveiras nas áreas de Campo e Indústria.


Conteúdo e distribuição do curso

Módulo I: A olivicultura no Brasil e sua importância econômica, social e ambiental

Módulo II: Marco Legal da Produção Integrada

Módulo III: Boas Práticas Agrícolas e manejo de solo, pragas e doenças

Módulo IV: Boas Práticas de colheita e processamento de azeitona para elaboração de azeite

Módulo V - Áreas Temáticas, Rastreabilidade, Planejamento ambiental e Organização dos produtores



Notícias da FENATA

35 anos - Decreto 90.922/85

Do campo às responsabilidades técnicas em grandes empresas, milhares de técnicos agrícolas comemoram os avanços na profissão No mês de comemoração dos 35 anos do Decreto 90.922/85, que regulamenta a Lei 5.524/68 e assegura o exercício da profissão do técnico agrícola no Brasil, lembra-se de tantas outras vitórias. A mais recente, a de emancipação dos profissionais com a conquista do Conselho próprio – o Conselho Federal dos Técnicos Agrícolas (CFTA). Pioneiro pelo reconhecimento da profissão e de suas competências técnicas, o técnico agrícola e presidente do CFTA, Mario Limberger, agradece a todos os representantes que congregam os quadros sociais envolvidos na construção da história e de defesa dos interesses da categoria. “O resultado vitorioso é de todos. Alcançamos tantas vitórias ao longo do tempo porque sempre respeitamos e lutamos pelas reinvindicações e posicionamentos da base”, celebra Limberger.   Foto histórica: Última audiência com o Presidente da República, João Figueiredo, que confirmou que a regulamentaçãoda profissão de Técnico Agrícola seria decretada em seu mandato, que terminou em 15 de março de 1986.     A luta pela regulamentação da profissão durou décadas, e ainda nos anos 70, formou-se o movimento associativo e a realização de diversos encontros por todas regiões do país com o objetivo de fortalecer a batalha que apenas iniciava. Dentre as reivindicações da categoria, estavam: condições de trabalho, melhores salários, acordos coletivos. Os desafios foram constantes. A partir da consolidação do movimento, as lideranças buscaram respaldo, organizando sindicatos em todo o território nacional.  Historicamente, os técnicos agrícolas fazem parte no desenvolvimento do setor Agropecuário no Brasil. O vice-presidente do CFTA, Claudionei Simon, destaca que o decreto chegou em momento oportuno para valoriza-los. “Os profissionais, que são o diferencial na agropecuária, possuem habilidades que os torna imprescindível, na qual se evidencia na prática”, exalta. Há três anos, empreendendo em empresa de Consultoria Ambiental e Tributária de Imóveis Rurais, o presidente da Associação dos Técnicos Agrícolas do Estado de São Paulo (ATAESP), Valdecir Vasconcelos, formado há 26 anos, passou por diversas áreas do ramo agrícola e chama a atenção dos colegas para que conheçam os seus direitos. “O decreto veio para revolucionar a profissão. Muitos achavam que o técnico servia apenas para trabalhar no campo e carregar maleta de agrônomo. Podemos muito mais, emitir receituário, laudas técnicas, sermos responsáveis técnicos, ministrar cursos”, finaliza, parabenizando a mobilização de todos e da FENATA pelas articulações e conquista do CFTA. O diretor de fiscalização e normas, José Paulo dos Santos Silva, enaltece o período como marca do período de lutas e vitórias consolidando o trabalho da de todas as entidades filiadas.  “O momento regulador do exercício profissional do Técnico Agrícola, em suas diversas Modalidades, trouxe luz a um período de trevas imposto pelas câmaras técnica de agronomia, que insistentemente cassa as nossas atribuições”, afirma José Paulo. Para o diretor administrativo do CFTA, Gilmar Clavisso, lembra a travessia foi muito difícil, mas firmou um marco importante, promovendo o avanço no mercado de trabalho, passando de assistente para responsável técnico. “Foi algo extraordinário. Depois de um década, finalmente fomos habilitados, conseguindo assinar como responsáveis técnicos em empresas e consultorias, topografias e projetos agrícolas. Dignificou a profissão”, comemora.  O diretor financeiro do CFTA, Silvio Santos, recém formado em 1985, quando participou de um evento no centro da Capital Paulista, dando os primeiros passos no movimento sindical e associativo dos profissionais, acompanhando as três décadas de vitórias. Silvio lembra o decreto como o marco nas conquistas da classe, culminando na criação do CFTA. “Tivemos inúmeras vitórias na defesa do nosso exercício profissional graças a persistência do nosso líder, Mário Limberger frente a FENATA”, celebra.      

ATARGS: 82 anos na luta em defesa dos Técnicos Agrícolas

  Associação dos Técnicos Agrícolas do Rio Grande do Sul, criada por iniciativa de um grupo de diplomados da Escola Técnica de Agricultura (ETA), de Viamão, é a grande impulsionadora do movimento nacional pela valorização e fortalecimento da profissão.