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ATARGS

XV Acampamento dos Técnicos Agrícolas (2013)

Data: 14 a 17 de fevereiro de 2013
Local: Capão da Canoa/RS

 

 

Coordenação Geral

  • Ivo Matzembacher;
  • Mário Limberger
  • Marcelo Adriano da Silva;
  • Valério Monti.

 

 

Fotos

 

 

Programação

DIA 13 DE FEVEREIRO (QUARTA-FEIRA)

09:00 - Montagem do Acampamento

 

DIA 14 DE FEVEREIRO (QUINTA-FEIRA)

08:00 - Recepção aos Participantes

 

DIA 15 DE FEVEREIRO (SEXTA-FEIRA)

12:00 - Almoço: A definir.

20:30 - Jantar: Galeto, polenta e radite

             Beber: Chopp e Caipira.

 

DIA 16 DE FEVEREIRO (SÁBADO)

06:00 - Caminhada na praia

08:00 - Café da manhã

09:30 - Jogos (Bocha, Volei, Futebol, Carta, etc.)

12:30 - Almoço:
            - Paleta de porco assada;
            - Ovelha assada;
            - Leitão assado;
            - Arroz, pão, salada e maionese.

            Beber: Chopp e caipira.

14:00 - Jogos e diversão

20:30 – Jantar : Feijoada, salsichão, arroz e saladas

              Beber: Caipirinha e chopp

 

DIA 17 DE FEVEREIRO (DOMINGO)

07:30 - Mateada na beira da praia

08:00 - Café da manhã

10:30 - Amistoso de Futebol - TAÇA ATARGS 2012

13:00 - Almoço: Costelão, salsichão, arroz e saladas.

20:00 - Carreteiro

 

 

Participantes

NOME

CIDADE

CONFIRMADOS

1

IVO MATZEMBACHER

PORTO ALEGRE

6

2

MÁRIO LIMBERGER

PORTO ALEGRE

2

3

JAIME GARCIA DE OLIVEIRA

MONTENEGRO

2

4

MARCELO ADRIANO DA SILVA

CAMAQUÃ

2

5

VALÉRIO SCHUTZ MONTI

BUTIA

4

6

VANDERLEI LUIZ MENIN

CAMAQUÃ

5

7

PEDRO PITTOL

IJUÍ

2

8

SADI PEREIRA

IJUÍ

2

9

VALDIR MONEGAT

FELIZ

1

10

SAMUEL BACH

FELIZ

2

11

ELMO DEMARTINI

PORTO ALEGRE

2

12

MOACIR MARASCA

CERRO LARGO

4

13

AFUBRA                                                      

CAMAQUÃ

20

14

VALDIR MINOSSO

MAXIM.  DE ALMEIDA

4

15

SILVANO SLONGO

TAPEJARA

2

16

NESTOR GRACIOLLI

BUTIA

2

17

ANDRÉ FRONZA

PORTO ALEGRE

1

18

JOAOZINHO JOSÉ GELAIN

SÃO JOSÉ DO OURO

3

19

HENRIQUE JOSE TELOEKEN

ARROIO DO MEIO

2

20

FABIANO FERRARI

CARLOS BARBOSA

1

21

ENIO CARLOS SIGNOR

SANTA CRUZ DO SUL

2

22

ELIAS BIRNFILD

SANTA CRUZ DO SUL

2

23

LEANDRO D' HEIN

IVOTI

2

24

GILBERTO DURANTE

BENTO GONÇALVES

2

25

PROVETA

ENCRUZILHADA DO SUL

2

 

 

 

Local do Evento

Com um espaço de aproximadamente 1.200 metros quadrados (60m x 19m) o local oferece condições para os participantes do acampamento se acomodarem em barracas. O local fica ao lado do Hotel Beira Mare 30 metros da praia. Toda a infraestrutura do XIV Acampamento dos Técnicos Agrícolas (QG, churrasqueiras, banheiros e etc) encontram-se no local.

 

Como Chegar?

Vindo de Capão da Canoa, pela Av. Paraguassú, em direção a Capão Novo, ao passar o Pórtico JARDIM BEIRA MAR, dobrar a PRIMEIRA A DIREITA.

 

Notícias da FENATA

35 anos - Decreto 90.922/85

Do campo às responsabilidades técnicas em grandes empresas, milhares de técnicos agrícolas comemoram os avanços na profissão No mês de comemoração dos 35 anos do Decreto 90.922/85, que regulamenta a Lei 5.524/68 e assegura o exercício da profissão do técnico agrícola no Brasil, lembra-se de tantas outras vitórias. A mais recente, a de emancipação dos profissionais com a conquista do Conselho próprio – o Conselho Federal dos Técnicos Agrícolas (CFTA). Pioneiro pelo reconhecimento da profissão e de suas competências técnicas, o técnico agrícola e presidente do CFTA, Mario Limberger, agradece a todos os representantes que congregam os quadros sociais envolvidos na construção da história e de defesa dos interesses da categoria. “O resultado vitorioso é de todos. Alcançamos tantas vitórias ao longo do tempo porque sempre respeitamos e lutamos pelas reinvindicações e posicionamentos da base”, celebra Limberger.   Foto histórica: Última audiência com o Presidente da República, João Figueiredo, que confirmou que a regulamentaçãoda profissão de Técnico Agrícola seria decretada em seu mandato, que terminou em 15 de março de 1986.     A luta pela regulamentação da profissão durou décadas, e ainda nos anos 70, formou-se o movimento associativo e a realização de diversos encontros por todas regiões do país com o objetivo de fortalecer a batalha que apenas iniciava. Dentre as reivindicações da categoria, estavam: condições de trabalho, melhores salários, acordos coletivos. Os desafios foram constantes. A partir da consolidação do movimento, as lideranças buscaram respaldo, organizando sindicatos em todo o território nacional.  Historicamente, os técnicos agrícolas fazem parte no desenvolvimento do setor Agropecuário no Brasil. O vice-presidente do CFTA, Claudionei Simon, destaca que o decreto chegou em momento oportuno para valoriza-los. “Os profissionais, que são o diferencial na agropecuária, possuem habilidades que os torna imprescindível, na qual se evidencia na prática”, exalta. Há três anos, empreendendo em empresa de Consultoria Ambiental e Tributária de Imóveis Rurais, o presidente da Associação dos Técnicos Agrícolas do Estado de São Paulo (ATAESP), Valdecir Vasconcelos, formado há 26 anos, passou por diversas áreas do ramo agrícola e chama a atenção dos colegas para que conheçam os seus direitos. “O decreto veio para revolucionar a profissão. Muitos achavam que o técnico servia apenas para trabalhar no campo e carregar maleta de agrônomo. Podemos muito mais, emitir receituário, laudas técnicas, sermos responsáveis técnicos, ministrar cursos”, finaliza, parabenizando a mobilização de todos e da FENATA pelas articulações e conquista do CFTA. O diretor de fiscalização e normas, José Paulo dos Santos Silva, enaltece o período como marca do período de lutas e vitórias consolidando o trabalho da de todas as entidades filiadas.  “O momento regulador do exercício profissional do Técnico Agrícola, em suas diversas Modalidades, trouxe luz a um período de trevas imposto pelas câmaras técnica de agronomia, que insistentemente cassa as nossas atribuições”, afirma José Paulo. Para o diretor administrativo do CFTA, Gilmar Clavisso, lembra a travessia foi muito difícil, mas firmou um marco importante, promovendo o avanço no mercado de trabalho, passando de assistente para responsável técnico. “Foi algo extraordinário. Depois de um década, finalmente fomos habilitados, conseguindo assinar como responsáveis técnicos em empresas e consultorias, topografias e projetos agrícolas. Dignificou a profissão”, comemora.  O diretor financeiro do CFTA, Silvio Santos, recém formado em 1985, quando participou de um evento no centro da Capital Paulista, dando os primeiros passos no movimento sindical e associativo dos profissionais, acompanhando as três décadas de vitórias. Silvio lembra o decreto como o marco nas conquistas da classe, culminando na criação do CFTA. “Tivemos inúmeras vitórias na defesa do nosso exercício profissional graças a persistência do nosso líder, Mário Limberger frente a FENATA”, celebra.